EVOLUÇÃO DO PELOURINHO AO LONGO DOS SÉCULOS

Até ao século XVI

No fim do século XVI

Século XVIII (antes da reparação)

No meio do século XVIII

Século XX

Nota:

Imagens retiradas da obra

"O Pelourinho de Mortágua"

de José Assis Santos

Reedição integrada na homenagem

ao Dr. José de Andrade Assis e Santos

Mortágua - 1969

Dr. José Assis e Santos


 

O PELOURINHO NOS NOSSOS DIAS

 

O pelourinho assenta em três degraus quadrados talhados em esquadria estando o primeiro deles, dois terços da sua altura enterrado no solo. A coluna nasce de simples colarete rebordante. É lisa, despida de lavores, sendo o fuste de secção cilíndrica. A meia altura, situa-se um delgado anel com bordo já bastante delapidado. Outro anel semelhante, modelado em fita torça sobressai na parte superior do fuste. Entre estes dois anéis situa-se um arco de ferro que singe a coluna. Não possui o pelourinho orifícios onde se fixassem ferros de sujeição. Ao alto, por remate alarga-se em bloco prismático de secção quadrada, coroado por uma peça circular de três corpos sobrepostos. Dos elementos existentes no remate, vêem-se as armas do concelho e dos senhores da terra, os Sousas - Devido à rugosidade e desgaste da pedra já quase nada é visíel.

Localização: Rua Dr. Lopes Morais Freguesia de Mortágua

I.I.P. Decreto nº 23122 de 11/10/1933

 

 

 

 

Esta fotografia foi retirada do livro:

Pelourinhos do Distrito de Viseu de Júlio Rocha e Sousa, Edição do autor, Viseu, 1998